terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Campanha de prevenção à aids adota tom sério


A campanha de prevenção às DST/aids do Ministério da Saúde, para o carnaval deste ano, tem como marca um tom mais sério em todo o seu conteúdo. Com o enfoque,“A vida é melhor sem aids. Proteja-se. Use sempre a camisinha”, a campanha pretende chamar a atenção para a diferença que faz o uso do preservativo na hora da relação. O público-alvo é a toda a população sexualmente ativa.
O lançamento aconteceu nessa quinta-feira (31), no Rio de Janeiro, com a presença de autoridades, atores, agentes comunitários de saúde e lideranças engajadas com a causa da prevenção de 16 favelas da capital carioca.
A abordagem da campanha dá ênfase a um novo conceito, a uma nova metodologia. “Estamos falando mais sério, mostrando que viver com aids, apesar de possível, não é fácil”, destaca o secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa. Para o secretário, há uma tendência de distanciamento e de negação da população em relação à aids e a outras doenças sexualmente transmissíveis. Essa atitude, segundo ele, costuma afastar as pessoas de comportamentos seguros de prevenção.
O vídeo da campanha já está sendo exibido e a mensagem aborda a gravidade da doença. O filme mostra que a aids não é como gripe e queimadura de sol, que podem ser curados com tratamento médico. Os cuidados com a saúde, no caso do HIV, exigem acompanhamento pelo resto da vida. O protagonista do vídeo, Diego Calixto, é portador do vírus e descobriu sua sorologia há dois anos, ou seja, o fato é real.
A campanha conta ainda com anúncios em outdoor, busdoor, taxidoor, esteiras de aeroportos, abrigos de ônibus e blimps, com o tema principal e a frase de apoio: “Proteja-se. Use sempre a camisinha”. Dois jingles de rádio também estão sendo veiculados, um em ritmo de frevo e outro, de samba.
O Ministério da Saúde também confeccionou a arte gráfica para abadás, adesivos, bandanas, bandeiras, camisetas, cartazes, dispensadores de camisinhas, estandartes, faixas, filipetas, flâmulas, folderes, garrafinhas, porta-documentos e ventarolas, todos disponíveis no site do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais para serem reproduzidos por estados e municípios.
Fique Sabendo – O governo federal também está incentivando a testagem nos estados e municípios, por meio da ação “Fique Sabendo” – estratégia de mobilização direcionada à ampliação do diagnóstico precoce de aids. A meta é possibilitar às pessoas que vivem com HIV e não sabem disso, público estimado em 150 mil, façam o teste. “O diagnóstico precoce, seguido do acesso a medicamentos antirretrovirais e do acompanhamento clínico adequado, são os grandes responsáveis pelo aumento da qualidade de vida dos portadores do HIV”, observa o diretor do Departamento, Dirceu Greco.
Atento a isso, o Ministério da Saúde tem investido na ampliação do acesso à testagem. De 2005 – quando o teste rápido foi implementado no país – a 2012, houve aumento de 430% no número de testes ofertados (de 528 mil para 2,8 milhões). Com apenas uma gota de sangue, o resultado do teste sai em 30 minutos e a pessoa recebe aconselhamento antes e depois do exame.
O exame é 100% nacional desde 2008, produzido pela Biomanguinhos/Fiocruz e pela Universidade Federal do Espírito Santo. Nos Centros de Testagem e Aconselhamento (CTAs), a entrega do resultado é sigilosa e, caso o resultado final der positivo, a pessoa é encaminhada para tratamento nos serviços de referência.
O Fique Sabendo atua em duas frentes: em Unidades Básicas de Saúde, CTAs e ambulatórios ou em locais como praças, feiras e eventos específicos. Além da realização de testes rápidos, o serviço distribui insumos para prevenção, como camisinhas, gel lubrificante e material informativo sobre HIV/aids, DSTs e hepatites virais.
Fonte: Blog da Saúde

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Lanches saudáveis preparados em casa ajudam a manter energia durante o expediente


Foto: Patrick Lane/Somos Images/Corbis
Trazer alimentos de casa para o trabalho pode ser uma opção segura e saudável para lanches no intervalo entre o café da manhã e almoço e durante a tarde. Além da certeza no preparo higiênico e a escolha de bons ingredientes, os lanches ajudam a manter a recomendação nutricional de fracionar as alimentações em torno de cinco a seis vezes ao dia. A regra ajuda a evitar exageros nas refeições principais e mantém a energia durante a jornada de trabalho.
Ministério da Saúde, nos “Dez passos para uma alimentação saudável”, encontrado no Guia Alimentar de Bolso para a População Brasileira, recomenda fazer três refeições (café da manhã, almoço e jantar), evitando pular as mesmas, e dois lanches saudáveis por dia. “Dessa forma é possível manter o metabolismo acelerado, já que o organismo gastará energia nos processos digestivos. Ficar muito tempo sem se alimentar faz com que o corpo poupe energia ao invés de gastá-la, e isso poderá facilitar o ganho de peso”, acrescenta as nutricionistas Raquel Franz e Nádia Barrem, da Coordenação de Atenção à Saúde do Servidor (CAS/CGESP/SAA/SE/MS).
A quantidade dos alimentos é variável de acordo com as necessidades nutricionais de cada indivíduo. Deve-se ficar atento ainda a um cardápio diferenciado, para se consumir todos os nutrientes importantes ao organismo. Portanto, segundo as nutricionistas, alimentos ricos em gordura, açúcar e sódio, como salgados de padaria, bolos, salgadinhos de pacote, refrigerantes e doces devem ficar fora das opções de lanche durante o expediente.
Para um bom aproveitamento dos lanches, é importante estar atento ao transporte e o armazenamento dos alimentos. Aqueles que precisam de refrigeração, como iogurte, leite e sanduíches naturais, por exemplo, devem ser armazenados em bolsas térmicas e imediatamente guardados na geladeira ou no frigobar. As frutas, biscoitos e torradas integrais e demais alimentos podem ser mantidos em temperatura ambiente, mas devem ser trazidos em recipientes fechados e adequados para evitar amassados ou contaminações.
Sugestões de cardápio - As alternativas de lanche são variadas. “Há alimentos muito nutritivos que são ótimas opções, como as oleaginosas tipo castanhas, nozes, amêndoas, as frutas secas ou frescas, os iogurtes e os cereais em barra, biscoitos, torradinhas e pães integrais”, lembram Raquel e Nádia.
  • Confira duas receitas saudáveis sugeridas pelas nutricionistas de sanduíches fáceis e rápidos de preparar antes do trabalho
Sanduíche de ricota temperada
2 fatias de pão integral light
3 colheres de sopa de ricota temperada
Ricota temperada: Amasse a ricota e acrescente cenoura ralada e especiarias como orégano, salsa desidratada, cheiro verde, entre outros. Adicione a essa pasta um pouco de azeite de oliva extravirgem.
Sanduíche com recheio de pasta de iogurte e alface:
2 fatias de pão integral light
3 colheres de sopa pasta de iogurte e alface
Pasta de iogurte e alface:
½ pé de alface lavada e picada
½ copo de iogurte natural desnatado
½ xícara de queijo minas light cortado em cubinhos pequenos
1 tomate pequeno, sem semente cortado em cubinhos
1 colher de sopa de cebolinha verde picada
Limão, sal, orégano e pimenta a gosto
Rende 8 porções.

SUS oferece qualificação técnica gratuita


Sistema Único de Saúde (SUS) oferece formação e qualificação técnica de nível médio gratuitamente aos trabalhadores da área de saúde. Os cursos são disponibilizados por uma rede de 36 escolas públicas espalhadas pelo país. A Rede de Escolas Técnicas do SUS (RET-SUS) oferta habilitação técnica (formação de auxiliares e técnicos), formação inicial e continuada, qualificações e especializações. A RET-SUS é uma iniciativa do Ministério da Saúde, em parceria com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).
secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da SaúdeMozart Sales, enfatiza a importância da formação e qualificação dos trabalhadores de nível médio para o SUS. “O funcionamento de um sistema de saúde não se resume à atuação do médico e de outros profissionais de nível superior. Os trabalhadores de nível médio também têm um papel de grande importância. Ao lado de todo médico, enfermeiro, dentista, nutricionista, existem vários técnicos e auxiliares realizando atividades vitais para o bom funcionamento do serviço”, esclarece.
As instituições que compõem a RET-SUS estão presentes em todas as unidades federadas, sendo 33 delas estaduais, duas municipais e uma federal. As escolas oferecem cursos em áreas como Enfermagem, Farmácia, Radiologia, Nutrição e Dietética, Vigilância em Saúde, Saúde Bucal, Hemoterapia, Citopatologia, entre outras.
O público-alvo de cada curso é definido pela instituição que o disponibiliza – alguns são abertos ao grande público, e podem ser realizados por qualquer pessoa com interesse em trabalhar na área de saúde. Outros são destinados a trabalhadores que já atuam em serviços de saúde do SUS e querem aprimorar seus conhecimentos e habilidades. Os profissionais interessados precisam entrar em contato diretamente com as escolas para verificar a disponibilidade de cursos, turmas e vagas.
Incentivo – O Ministério da Saúde financia diversos cursos oferecidos pelas escolas da RET-SUS, por meio do Programa de Formação de Profissionais de Nível Médio para a Saúde (Profaps). O objetivo é ampliar e qualificar a força de trabalho do SUS, contribuindo para a melhora da Atenção Básica e da Atenção Especializada na rede pública de saúde.
De 2009 a 2011, foram financiadas pelo programa cerca de 53 mil vagas em cursos e qualificações técnicas em todas as unidades da federação, com foco em áreas prioritárias para o SUS.
Fonte: Blog da Saúde

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Receitas médicas do setor privado também são aceitas no Farmácia Popular


O programa Farmácia Popular garante medicamento gratuito ou com desconto para todo cidadão brasileiro. Basta apresentar o documento de identidade, CPF e receita médica com validade indicada para cada tipo de medicamento. A receita pode ser emitida tanto por um profissional do Sistema Único de Saúde (SUS), tanto por um por médico que atende em hospitais ou clínicas privadas. De acordo com levantamento feito em agosto, 53% das receitas apresentadas para a retirada de medicamentos nas farmácias vêm do serviço de saúde privado e 47% do público. Em 2012, 13,8 milhões de pessoas foram beneficiadas pelo programa. Desse total, 80% dos pacientes tiveram acesso gratuito aos medicamentos para hipertensão, diabetes e asma.
Pela Portaria 2928/2011, que regulamenta a dispensação de medicamentos no SUS, documentos do serviço privado também são aceitos. Desde então, todo tipo de prescrição é aceita no Programa Farmácia Popular, permitindo maior interação entre os serviços de saúde. No entanto, é muito importante que o médico prescreva o medicamento pelo princípio ativo e não pelo nome comercial. Pois os estabelecimentos não são obrigados a disponibilizar todas as marcas de um medicamento.
Desde 2011, com a criação da ação Saúde Não Tem Preço, a população tem acesso a 11 medicamentos gratuitos para hipertensão e diabetes. A partir de junho de 2012, mais três medicamentos para asma passaram a ser ofertados de graça. Em sete meses, a iniciativa já beneficiou 401 mil brasileiros.
Medicamentos para colesterol, glaucoma, rinite, osteoporose, doença de Parkinson, dislipidemia, anticoncepção e fraldas geriátricas também são vendidos com até 90% de desconto nas farmácias populares e unidades credenciadas ao programa em todo o país, identificadas com o cartaz “Aqui tem Farmácia Popular”. São 113 itens nas farmácias próprias e 25 itens nas drogarias conveniadas.
Aumento - No último ano, o programa registrou um crescimento de 34% com relação a 2011, quando 10,3 milhões de pessoas foram beneficiadas. O número de farmácias credenciadas também aumentou de 20 mil para 25 mil unidades. Atualmente, o programa está presente em 3.730 municípios brasileiros, dos quais 1.278 são considerados de extrema pobreza.

Ministério realiza encontro com secretários municipais de saúde


Ministério da Saúde receberá entre esta quinta (31/01) e sexta-feira (1º/02) as secretárias e os secretários municipais de saúde. Realizado logo em seguida ao Encontro Nacional de Novos Prefeitos e Prefeitas, o evento tem o objetivo de acolher os novos gestores e ajudá-los a conduzir a administração de sua cidade, com programas e ações desenvolvidas pelo Ministério da Saúde. O ministro Alexandre Padilha fará a abertura nesta quinta-feira (31), às 20 horas, no Centro de Eventos Brasil 21.
Durante o evento serão apresentadas as principais políticas e linhas de financiamento do ministério para os municípios brasileiros. Haverá 40 mesas de atendimento aos gestores municipais, além de 14 oficinas onde serão apresentados e debatidos temas como Construção e Reforma de Unidade Básica de Saúde, Cartão SUS, PROVAB, Rede Cegonha, UPA, dentre outros.
São esperados cerca de 2 mil secretários de saúde. Os interessados ainda podem se inscrever durante o encontro. O Acolhimento aos Secretários e Secretárias é realizado em parceria Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass) e do Conselho Nacional dos Secretários Municipais de Saúde (Conasems).
Acolhimento aos Secretários e Secretárias Municipais de Saúde 
Local: Centro de Eventos e Convenções Brasil 21
SHS Quadra 06, Complexo Brasil 21 – Brasília – DF
31 de janeiro
  • 20h – Abertura: Conferência com ministro da Saúde, Alexandre Padilha: Os avanços e desafios do SUS no Brasil
1º de fevereiro
  • 8h30 – Apresentação e debate: Melhoria da qualidade e acesso na atenção básica
  • 10h30 – Apresentação e debate: Regionalização e contrato organizativo de ação pública
  • 12h30 – Intervalo
  • 14h30 – Apresentação e debate: Redes de atenção à Saúde no Brasil

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Projeto Olhar Brasil prevê assistência oftalmológica para criança em idade escolar


Foto: Corbis Images
Problemas de visão podem dificultar o aprendizado e o desenvolvimento das crianças. Por isso, o projeto Olhar Brasil do Ministério da Saúde atua na identificação e na correção de problemas de visão de crianças da rede pública de ensino, vinculadas aoPrograma Saúde na Escola. Entre as ações, oMinistério da Saúde oferece tratamento oftalmológico integral, além de ampliar por meio de cadastro nacional a quantidade de estabelecimentos disponíveis para atendimento no país.
Em Ribeirão Preto, cidade do interior do estado de São Paulo, o projeto vem ajudando diversas crianças. Roberto, de apenas sete anos, reclamava de dores de cabeça e dificuldade de enxergar. Com a ajuda do projeto, a agricultora Daniela Schnals, mãe de Roberto, consultou o menino que hoje usa óculos e não sente mais dificuldades para enxergar. “Em menos de dez dias eu consultei ele e já peguei o óculos. Foi bem rápido. Ele está muito melhor. O desenvolvimento na escola já melhorou muito, então foi muito bom.”
O coordenador de Média e Alta Complexidade do Ministério da Saúde, José Eduardo Fogolin, fala da importância desse projeto para as crianças em todo o país. “Você consegue atingir em idade escolar a criança, identifica em sala de aula, já oferta a consulta, e oferta óculos corretivo para que essa criança possa voltar ao seu dia a dia normal, a enxergar adequadamente, a aprender adequadamente e ter um desenvolvimento social e educacional adequado com a formação dela.”
José Eduardo Fogolin detalha como os prefeitos e secretários dos municípios devem proceder para aderir ao Projeto Olhar Brasil. “Ele tem que ter o público-alvo, ele tem que estar aderido ou ao Programa Saúde na Escola, ou ao Programa Brasil Alfabetizado. Se ele já tem a adesão pela Atenção Básica por esses programas, ele encaminha para o Ministério da Saúde essa adesão e quais são os serviços que vão realizar o atendimento oftalmológico. Bastando isso, ele recebe o recurso para fazer o Projeto Olhar Brasil.”
O Projeto Olhar Brasil foi criado em 2007 em uma parceria entre os Ministérios da Saúde e da Educação.
Fonte: Blog da Saúde

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Encontro Nacional de Prefeitos e Prefeitas debate a saúde da mulher


Foto: Blog da Saúde
A saúde da mulher foi tema de debate durante o segundo dia doEncontro Nacional com Novos Prefeitos e Prefeitas, no Centro de Convenções, em Brasília. A oficina ministrada por Esther Vilela, coordenadora da Área Técnica de Saúde da Mulher do Ministério da Saúde, abordou temas relevantes da saúde da população feminina que vão desde a Atenção Básica até a especializada. A coordenadora ressaltou que ter uma presidenta que coloca a saúde da mulher como prioridade no governo é muito importante neste momento para essa parcela da sociedade.
“Esse encontro é primordial para a concretização do Sistema Único de Saúde (SUS) e da saúde no Brasil. O SUS se concretiza lá na ponta nos municípios. Acolher os secretários, os prefeitos, suas equipes é fundamental para que a gente possa fazer uma parceria real. A saúde não funciona se não for através da execução das ações lá na ponta com os usuários e isso é feito através dos municípios prioritariamente. Estar nessa interlocução, mais próxima com os secretários e com os prefeitos, é fundamental para que possamos seguir juntos”, afirmou a coordenadora sobre a participação do Ministério da Saúde no Encontro.
Dentre as conquistas já adquiridas, Esther destacou, durante a explanação aos prefeitos e secretários, a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher (PNAISM), que promove a melhoria das condições de vida e saúde das mulheres por meio da garantia de direitos e ampliação do acesso aos meios e serviços de promoção, prevenção, assistência e recuperação da saúde. Ela lembrou que a política veio qualificar a gestão do SUS e consolidou os avanços do Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher (PAISM), de 1984, redefinindo a agenda relativa à saúde da mulher e ampliando o leque de ações.
A coordenadora destacou a importância dos gestores compreenderem as necessidades desse público para colocarem as ações em prática de maneira adequada. “É fundamental que eles entendam primeiro essa especificidade da mulher e os eixos prioritários da politica de atenção integral da saúde da mulher. A questão das violências contra a mulher. A questão da atenção obstétrica com a Rede Cegonha, como eles vão fazer para poder acionar os recursos, as ofertas e qualificar seus serviços, eles estão muito interessados nisso. Questão da saúde sexual e reprodutiva, do planejamento reprodutivo. E também dar atenção a segmentos específicos das populações de mulheres lésbicas, privadas de liberdade, ribeirinhas. Os cânceres, como o de colo de útero, agora com a rede de fortalecimento de prevenção do câncer também, entre outras.”, afirmou.
Rede Cegonha – O Ministério da Saúde lançou, em 2011, a Rede Cegonha, composta por um conjunto de medidas que garantem às brasileiras, pelo SUS, um atendimento adequado, seguro e humanizado desde a confirmação da gravidez até os dois primeiros anos de vida do bebê. Durante a palestra, a coordenadora lembrou que esse programa é uma marca do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e falou sobre as ofertas da rede para os municípios. Dentre elas estão a ampliação dos exames de pré-natal, incluindo teste rápido de gravidez; a distribuição de kits gestantes com bolsa e trocador; a distribuição de kits para as UBS com sonar e balança; a capacitação das equipes de Atenção Básica para realização dos testes rápidos de HIV e sífilis; e a distribuição do caderno de atenção básica pré-natal.
Fonte:  Blog da Saúde