quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Hospitais federais terão 1.578 novos profissionais

Foto: Laura Doss/Corbis
Ministério da Saúde vai contratar 1.578 profissionais para os hospitais federais do Rio de Janeiro – Andaraí, Bonsucesso, Lagoa, Ipanema, Cardoso Fontes, Servidores do Estado – além do Instituto Nacional de Cardiologia (INC) e Instituto Nacional de Traumatologia e OrtopediaJamil Haddad (Into). Portaria que autoriza o Ministério a realizar a contratação foi publicada nesta terça-feira (12) no Diário Oficial da União.A expectativa é de que os estes profissionais (411 médicos, 616 nível superior e 551 nível intermediário) sejam contratados ainda este ano.
Os contratos serão temporários, com duração de seis meses. A seleção dos profissionais será feita mediante processo seletivo simplificado, com ampla divulgação pela pagina do Núcleo Estadual do Rio de Janeiro (NERJ) do Ministério da Saúde – www.nerj.rj.saude.gov.br. O processo será coordenado pelo NERJ que já criou uma comissão de servidores para analisar os currículos. No primeiro semestre deste ano, o Ministério da Saúde já havia realizado a contratação de 499 profissionais, sendo 182 médicos, para os hospitais federais – que somados a nova contratação representam 2.077 postos de trabalho.
O Ministério da Saúde vem realizando uma série de ações para recompor a força de trabalho e reestruturar os seis hospitais e os institutos federais, como forma de qualificar o atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Entre 2010 e 2012, o Ministério da Saúde realizou dois concursos públicos para recompor o quadro de médicos, totalizando 1.536 nomeados.
Para suprir as necessidades de profissionais nos hospitais federais do Rio de Janeiro, somente em 2011 o Ministério da Saúde contratou 1.172 médicos temporariamente. Entre 2011 e 2012, 152 médicos pediram exoneração e outros três foram demitidos – totalizando perda de 155 profissionais em dois anos.
Gestão - Desde 2011, uma série de ações de controle e melhoria de gestão para reestruturação dos hospitais federais do Rio de Janeiro vem sendo realizada pelo Ministério da Saúde. Estas medidas permitiram uma economia de R$ 140,8 milhões na compra de insumos e medicamentos, contratação de serviços continuados, locação de equipamentos e contratação de obras e serviços.
Fonte:   Agência Saúde

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Saúde debate DST, aids e hepatites virais

Ministério da Saúde lançou nesta terça-feira (05), em Curitiba, a primeira de uma série de consultas à sociedade civil para debater os rumos da política de enfrentamento das DST, aids e hepatites virais no país. O fórum, que acontece na capital paranaense até amanhã, reúne cerca de 700 pessoas da Região Sul, entre pesquisadores, representantes de movimentos populares e integrantes das secretarias municipais e estaduais de saúde dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Entre os assuntos em pauta referente à aids está o novo protocolo de tratamento clínico de adultos, que irá estender o uso de antirretrovirais a todas as pessoas com HIV, independente da contagem de CD4. Durante o evento, serão discutidas as estratégias para intervenção entre populações vulneráveis, como homens que fazem sexo com homens (HSH), gays, profissionais do sexo, travestis, mulheres transexuais, usuários de drogas, pessoas privadas de liberdade e pessoas em situação de rua. Também será discutida a construção de uma agenda de trabalho com as ações integradas à atenção básica.
O diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita, explica que as  consultas públicas fazem parte das novas diretrizes do Ministério da Saúde e são baseadas na abertura ao diálogo democrático com todos que participam do enfrentamento às DST, aids e Hepatites virais no país. Fábio ressalta que o evento é uma oportunidade de debater, com toda a sociedade, as inovações tecnológicas e as novas evidências científicas que pautarão as ações do Governo, levando em conta as realidades regionais.
“O encontro também será um importante fórum de debate para o fortalecimento da atuação conjunta entre o governo federal, estados, municípios e organizações da sociedade civil para realização de ações de prevenção e testagem em parceria”, explica o diretor.
Hepatites– Durante o evento, serão discutidas ações com a atenção básica para a ampliação de acesso ao diagnóstico e aos insumos de prevenção à doença, como preservativos masculinos e femininos, gel lubrificante, kit de redução de danos, dentre outros. Também serão traçadas estratégias para simplificar o acesso ao tratamento das hepatites B e C, assim como o manejo das pessoas coinfectadas com HIV e aids, além medidas visando à ampliação da prevenção, testagem e oferta da vacina da hepatite B entre populações vulneráveis.
Serão realizadas mais cinco consultas, duas na Região Nordeste e uma em cada região (Norte, Sudeste e Centro-Oeste). O próximo evento será em Belém (PA), reunido o público da Região Norte e em Goiânia (GO) com os representantes da Região Centro-Oeste. As consultas da Região Nordeste foram divididas em dois eventos por razões logísticas, a primeira reunindo os estados da Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco e Paraíba e a segunda voltada aos estados do Rio Grande do Norte, Ceará, Maranhão e Piauí.
Estão disponibilizados, na página do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, materiais que subsidiarão as consultas, como vídeo de apresentação da situação atual da epidemia DST/aids e das hepatites virais e as prioridades do Departamento, materiais de referência e um Instrumento com os principais pontos a serem discutidos presencialmente. Para mais informações: fcp2013@aids.gov.br.

Fonte:  Agência Saúde

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

HTLV, o parente desconhecido do HIV

Foto: Sciepro/Science Photo Library/Corbis
Você já ouviu falar do vírus HTLV? Apesar de ter impactos menores que o HIV, também é preciso se cuidar contra esse outro vírus sexualmente transmitido. A Infecção pelo Vírus T-linfotrópico humano (HTLV) é causada por um retrovírus transmitido do mesmo jeito que o HIV, que ataca o sistema imunológico e também não pode ser eliminado do corpo. Menos agressivo que o HIV, o HLTV na maioria das vezes não se manifesta. Apenas 3% a 5% dos infectados desenvolvem alguma patologia grave com o vírus.
As duas principais doenças que o HTLV causa são a leucemia de célula T e a paraparesia espástica tropical. Essa última pode ocasionar a perda dos movimentos da cintura para baixo. De origens neurológicas, elas costumam trazer graves problemas aos pacientes.
A transmissão ocorre de diferentes formas, incluindo a transmissão vertical, ou seja, da mãe para o filho, através da via transplacentária ou pela amamentação; pelo contato sexual sem proteção; pelo compartilhamento de seringas contaminadas e por transfusões de sangue infectado. Essa última forma de transmissão é rara, já que toda bolsa de sangue é testada. “Nosso maior desafio é evitar a transmissão de mãe para filho”, explica a presidente da ONG Vitamore, Sandra do Valle, que atua com os portadores do vírus. Recomenda-se que as mães portadoras do HTLV evitem amamentar.
Com maior prevalência na Bahia, o HTLV tem se manifestado também com mais força no Rio de Janeiro, Pará e Rio Grande do Sul. Por motivo ainda desconhecido, os coquetéis retrovirais que combatem o HIV não funcionam com o HTLV, apesar de também ser um retrovírus. “Como ele não tem medicação própria, é mais difícil evitar as doenças oportunistas”, explica Sandra, que aponta a tuberculose como uma preocupação dos portadores. As doenças oportunistas são aquelas que aparecem nas pessoas que estão com o sistema imunológico fragilizado.
Mesmo sem medicação própria, Sandra do Valle explica que há como conter o avanço da doença, caso ela venha se manifestar, com medidas não medicamentosas. “A pessoa pode estabilizar a doença e evitar que ela se agrave mudando seus hábitos. Ter uma boa alimentação, fazer alguma atividade física, e também uma fisioterapia adequada”, relata a presidente da ONG Vitamore.
Sandra decidiu montar a ONG após descobrir que era portadora do HTLV. Segundo ela, o mais difícil no começo foi a falta de informação. Por isso, decidiu saber tudo sobre a doença. “Minha saúde está estável, meus exames neurológicos são excelentes, faço visita ao meu médico de 3 em 3 meses para avaliação, e posso dizer que no momento estou assintomática”, comemora Sandra, que passou a ter uma alimentação diferenciada e fazer exercícios, e hoje ajuda os que passam pela mesmo dificuldade.
Lucas Leon / Blog da Saúde

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Alimentação adequada pode melhorar os sintomas da gastrite, afirma médico



Foto: Ocean/Corbis
Mal estar, sensação de queimação, dor incômoda no alto da barriga, enjoos e indigestão. Esses são alguns sinais de gastrite, inflamação da mucosa do estômago. “Ela pode ser diagnosticada pelo exame de endoscopia. O sintoma mais comum é a dor e queimação no abdômen”, explica André Nazar, gastroenterologista do Hospital Federal dos Servidores do Estado (RJ). Quem sofre com a doença deve ter muito cuidado com o cardápio, pois a ingestão de determinados alimentos podem agravar a situação.
Uma dieta equilibrada é fundamental. Ela pode, além de diminuir os incômodos sintomas, aumentar a qualidade de vida. “Após o diagnóstico, é fundamental adotar algumas restrições alimentares. Devem ser evitados alimentos ácidos como o abacaxi, limão, laranja e lima – e também refrigerantes e café. Eles ajudam a agravar a acidez e sensação de queimação no estômago”, orienta a profissional.
Antes de iniciar qualquer reeducação alimentar, é fundamental consultar um médico para avaliar o quadro geral de saúde. É importante lembrar que as dietas muitas vezes devem ser feitas com auxílio de medicamentos – dependendo da gravidade do caso.
Estresse faz mal ao estômago – Nazar diz que há um tipo de gastrite ligada ao estresse, a gastrite nervosa. “Pessoas muito estressadas se alimentam mal, dormem pouco e passam por várias situações conflitantes durante o dia. Com isso, quem não se dedica corretamente à alimentação sofre mais com os sintomas. Esses indivíduos acabam comendo mais besteiras, não seguem uma rotina alimentar e isso favorece na diminuição dos estímulos e células digestivas, propiciando a má digestão e sensação de mal estar”, alerta.
Curiosidade – O cigarro potencializa os sinais da gastrite. O ato de fumar aumenta a produção de ácido no estômago, por ter ação deletéria sobre todos os órgãos do aparelho digestivo. O tabaco é um agente que causa irritação local, assim como altera a formação dos dentes e a mucosa oral, prejudicando a digestão que começa na boca com o mastigar dos alimentos.
Fonte: Érica Santos / Agência Saúde

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

“Dietas milagrosas” podem trazer sérios riscos à saúde, afirma nutricionista do HFL

Foto: Andrea Bricco/Corbis
Muitas pessoas vivem atrás de dietas que prometem resultados milagrosos, rápidos e que não exigem muito esforço. Entretanto, seguir esses cardápios muitas vezes restritivos pode prejudicar o organismo e trazer uma série de riscos à saúde. “Na realidade, a melhor opção é uma mudança no hábito alimentar, ter uma alimentação rica em nutrientes, fibras e vitaminas, acompanhada da prática regular de exercício físico. Não existe dieta milagrosa e sim uma reeducação, que deve ser orientada por um profissional. Além disso, a redução da ingestão de certos alimentos pode levar à chamada cetose, que causa mau hálito, náuseas, mal estar e um gosto desagradável na boca.”, explica o nutricionista doHospital Federal da Lagoa (RJ), Felipe Rizzetto.
Quem deseja seguir uma dieta deve procurar um especialista em nutrição para definir os objetivos realísticos de perda de peso, que devem privilegiar a saúde e não os resultados imediatos. O ideal é reaprender a se alimentar. Rizzeto alerta sobre algumas dietas milagrosas e os perigos que elas podem trazer às pessoas.
Dieta das proteínas – Nesta dieta, fontes de carboidratos – principalmente massas, pães, doces e açúcares – são excluídas do cardápio. Em compensação, é livre a ingestão de carnes e outras fontes de proteínas como ovos e maionese, além de outras gorduras. Um dos perigos iminentes é a diminuição do nível de vitaminas e minerais no organismo, já que é proibida a ingestão de frutas. O consumo excessivo de gorduras também pode ocasionar aumento do colesterol e triglicerídeos. A dieta das proteínas pode gerar sintomas de fraqueza, cansaço, dores de cabeça e mau hálito. Se feita a longo prazo, pode trazer até problemas cardiovasculares.
Dieta dos pontos – Esta dieta consiste em anotar tudo o que se consome durante o dia, considerando que cada alimento tem uma pontuação. O controle é rigoroso, sendo a pessoa encorajada a calcular o valor total ingerido diariamente – respeitando o limite estabelecido. O grande problema desta dieta é que ela não incentiva a reeducação alimentar, fazendo com quem a segue coma de tudo, deixando de lado o equilíbrio nutricional. Além disso, ela pode provocar carência de nutrientes essenciais ao organismo.
Dieta dos sumos – Neste caso, a pessoa só pode ingerir frutas e legumes, preferencialmente em forma de sumos. Alternativamente, pode-se comer os mesmos alimentos em forma natural. O que pode acontecer: a diminuição da massa muscular, o que não é necessariamente positivo. Além disso, sintomas como cansaço, mal estar e sensação de má digestão podem aparecer.
Dieta da sopa – Durante a dieta, só é permitido consumir líquidos, sejam eles quentes ou frios. Normalmente, as pessoas ainda usam sopas artificiais. Deste modo, há uma baixa ingestão calórica e nutricional, causando o aumento do cansaço, sonolência e uma desnutrição a nível energético e proteico.
Fonte: Érica Santos - Ministério da Saúde

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

SAÚDE E EDUCAÇÃO SE JUNTAM CONTRA A DENGUE
          Nesta terça feira dia 22, o Centro Cultural de Belford Roxo foi o palco de lançamento do projeto que vai mobilizar todas as escolas do município, para transformar cada aluno em um grande legionário contra o mosquito da dengue.  
          Os personagem principais do evento foram, na parte da manhã, as diretoras das unidades de ensino que compareceram em massa, demonstrando a dedicação a causa. E na parte da tarde, a criançada de quatro unidades de ensino que assistiram a apresentação da peça “A Turminha Caça Dengue” do Grupo Teatral Faz & Acontece.  
          O Responsável pelo controle da Dengue no Município, Admilson, fez um demonstrativo do quadro epidêmico no município e no estado, mostrando a importância de ser levado a sério qualquer proposta que possa reduzir o risco de epidemia em 2014.  
          O evento pela manhã encerrou com o pronunciamento do Prefeito Dennis Dauttman, que reinterou sua promessa de recuperar a saúde para o povo de Belford Roxo.
Redação: Tony Ribeiro

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

OUTUBRO ROSA SALVA A VIDA DA MULHER EM BELFORD ROXO
          Estamos no Outubro Rosa, mês marcado por ações do Ministério da Saúde e de diversos órgãos e entidades, Incluindo a Secretaria de Saúde de Belford Roxo, que intensificam os esforços pela detecção precoce do câncer de mama. São 31 dias dedicados a conscientização e ações sobre o tema, mostrando os avanços já conquistados e também o desafio para vencer o câncer que atinge um grande número de brasileiras por ano e é a quinta maior causa de mortalidade do mundo. 
          O Outubro Rosa foi criado no início da década de 90, mesma época em que o símbolo da prevenção ao câncer de mama, o laço cor-de-rosa, foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York (EUA) e, desde então, promovido anualmente em diversos países.  
          Apesar de tantos anos de projeto, é a primeira vez que Belford Roxo abraça a causa à favor de suas mulheres, segundo o Secretário Fábio Denardin, o projeto se repetirá por todos os anos à partir de agora.
Fonte: INCA