quinta-feira, 14 de março de 2013

Ferramenta agiliza atendimento em serviços da Atenção Básica


E-SUS Atenção Básica (E-SUS AB) é um software público criado pelo Ministério da Saúde em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com o objetivo de organizar o funcionamento de diversos setores das Unidades Básicas de Saúde (UBS). A nova ferramenta está disponível gratuitamente a todos os municípios brasileiros e vai proporcionar mais qualidade ao cuidado à população. Por meio dela será possível uma melhor organização dos processos de trabalho e dados, redução no tempo de espera pelas consultas, avaliação e acompanhamento do trabalho das equipes. A mudança será sentida por todos: gestores, profissionais de saúde e usuários.
De fácil manejo e bastante intuitivo o novo sistema de informação da atenção básica tem como foco facilitar o trabalho das equipes, organizando as informações importantes de uma forma simplificada e unificada. O E-SUS Atenção Básica oferece duas ferramentas para atender aos diversos cenários de informatização e conectividade dos serviços de saúde. A primeira ferramenta é um sistema de software que dá suporte às UBS com computador nos consultórios e salas de atendimento usando o sistema com Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC). “Quando o profissional for atender o paciente na Unidade Básica de Saúde, ele já saberá quais são as doenças que o paciente já teve, quais tratamentos já foram realizados, quais medicamentos que ele toma, quais são os exames já foram solicitados”, detalha o diretor do Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde, Heider Pinto.
A outra ferramenta é um sistema que pode operar em uma UBS sem computador, por meio do sistema com Coleta de Dados Simplificada (CDS), usando fichas de papel. A quantidade de fichas a serem preenchidas diminui, além de terem um preenchimento mais simplificado e garantirem melhor fluxo da informação. Esta modalidade é destinada aos municípios cujas unidades de saúde não estão informatizadas. O Ministério da Saúde cogita que a economia gerada pelos municípios pode chegar a até R$ 2 milhões.
Ambas as ferramentas do sistema e-SUS AB individualizam o registro por meio do Cartão Nacional de Saúde, promovendo uma efetiva coordenação e gestão do cuidado do cidadão, além da possibilidade de troca de informação com os outros serviços de saúde. O sistema e-SUS AB é o novo sistema para a Atenção Básica, que busca substituir os sistemas atuais como o SIAB, SISVAN, HIPERDIA, entre outros. O sistema poderá ser utilizado também pelas equipes dos Núcleos de Apoio a Saúde da Família (NASF), de Consultório na Rua (CnR), de Atenção Domiciliar (AD) e com adesão aos programas Saúde na Escola (PSE) e Academia da Saúde.
As ferramentas do E-SUS AB ainda são flexíveis quanto ao seu uso conectado ou não à internet, ou seja, independente de qual ferramenta for instalada na UBS, caso essa não tenha conexão à internet, é possível fazer uma instalação off-line. No entanto, é necessário ter ao menos uma versão online do e-SUS AB no município, para envio das informações para o sistema nacional. O software possui também ferramentas de suporte Online, como Skype e HelpDesk, além de treinamento especializado e suporte presencial.
Está prevista, para o segundo semestre de 2013, uma atualização do sistema do E-SUS AB, em que serão incluídas outras funcionalidades, como por exemplo, prontuário com abordagem familiar, controle de imunização, prontuário de saúde bucal, gestão da lista de espera de encaminhamentos, gestão do cuidado a doenças crônicas, integração com Telessaúde e geração de relatórios dinâmicos. Ainda, será possível monitorar pacientes faltosos e realizar controle de dispensação de medicamentos e exames pelo computador.
Banda Larga - Para ampliar a adesão ao software e aperfeiçoar a capacidade de atendimento, o Ministério da Saúde, em parceria com o Ministério das Comunicações, também irá custear conexão a internet banda larga para as quase 14 mil unidades básicas que aderiram ao PMAQ, Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade. O programa amplia o acesso e melhora a qualidade da atenção básica.
O ministro Alexandre Padilha destaca investimentos na informatização das Unidades Básicas de Saúde: “O Ministério da Saúde vai investir 45 milhões de reais este ano para garantir à toda Unidade Básica de Saúde que participar desse Programa de Qualidade o acesso à banda larga com velocidade adequada. Porque a banda larga funcionando na Unidade Básica de Saúde garante o funcionamento de um sistema de informação como esse.” Todos os custos serão pagos pelo Ministério da Saúde.
Fonte: Minitério da Saúde

terça-feira, 12 de março de 2013

Rio de Janeiro: Núcleo estadual do MS lança edital para concurso de Residência Médica


As provas serão realizadas no dia 7 de abril. Já o início dos programas de residência está marcado para 30 de abril. | Foto: Rick Gomez/Corbis
Núcleo Estadual do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro (NERJ)lançou edital para novo concurso de Residência Médica 2013. São oferecidas 494 vagas, distribuídas entre os programas de acesso direto e com pré-requisito. As inscrições acontecem de 11 a 25 de março pelo site www.cepuerj.uerj.br, com o valor de R$ 15,08.
As provas serão realizadas no dia 7 de abril. Já o início dos programas de residência está marcado para 30 de abril. A nova seleção acontece em substituição ao concurso anterior, com a anulação publicada noDiário Oficial da União no dia 27/02.
As vagas são destinadas aos seis hospitais federais (Andaraí, Bonsucesso, Cardoso Fontes, Ipanema, Lagoa e Servidores do Estado), ao Instituto Nacional de Cardiologia e a outras unidades de saúde estaduais, municipais e conveniadas no estado do Rio de Janeiro.
A Residência Médica é um curso de Pós-graduação lato sensu, regulamentada pelo decreto n° 80.281 de 1977 e pela Lei nº 6932 de 1981.
Em caso de dúvidas entre em contato pelo telefone ou e-mail abaixo:
Telefone: (021) 2334-0639
E-mail: coprosel@uerj.br ou concursoscepuerj@yahoo.com.br
Fonte: NERJ

PSE proporciona melhoria na qualidade de vida dos alunos


“É chato brincar com os meus amiguinhos, porque na hora do pique-pega eu tenho que pedir para parar. Não dá para correr muito. Os meninos ficam falando que eu sou gordo e que eu não corro nada”, conta David Oliveira (7), que está com sobrepeso e será um dos 14 milhões de estudantes que devem ser atendidos pelo Programa Saúde na Escola.
Os resultados para quem já vivenciou a experiência do programa em sua escola são exitosos. Um exemplo é o da aluna do Centro de Ensino 01 de Sobradinho (DF), Graycy Lis da Silva, que relata como a experiência vivida no ano passado foi benéfica para ela e para os outros estudantes de sua escola: “Com o Saúde na Escola, a gente aprendeu que obesidade tem tratamento. Existiam lá na escola pessoas obesas e todas elas foram encaminhadas para o tratamento. Antes elas não rendiam bem, por causa desse fato da obesidade, agora essas pessoas começaram a render e se tratar e obtiveram melhoras. Já é bem perceptível a melhora”, conta a estudante.
A Semana de Mobilização Saúde na Escola deste ano começou nesta segunda-feira (11) e vai até a próxima sexta (15). A ação, que tem como foco a prevenção da obesidade e o cuidado com a saúde ocular, faz parte do Programa Saúde na Escola (PSE) e é desenvolvida em conjunto com o Ministério da Educação.
A coordenadora de Programa Saúde na Escola, Thaís Silva, destaca a importância da iniciativa para a saúde dos alunos de todo o país. “A semana Saúde na Escola tem o intuito de fazer um grande momento de mobilização comunitário, envolvendo escola, saúde, estudante e sociedade, chamando a atenção para a saúde dos educandos. Este ano, a ação tem como tema a saúde ocular e prevenção da obesidade. São fatores muito importantes de saúde, que auxiliam na prevenção de doenças crônicas no futuro”, explica a coordenadora.
As mudanças proporcionadas pelo Programa Saúde na Escola não ficaram apenas no ambiente escolar. Elas chegaram até a casa de Rosilene da Silva Mathias Gomes. No ano passado, seu filho foi diagnosticado pela equipe de Atenção Básica de Sobradinho e com as orientações passadas por eles houve mudanças nos hábitos de toda a família. “Depois da ação, o meu filho começou a comer frutas, eliminou peso e melhorou o colesterol. A equipe passou um roteiro nutricional e todos nós aderimos à alimentação proposta. No final das contas, o Saúde na Escola melhorou a saúde de toda a família”, destaca ela.
Esta é a segunda edição da Semana de Mobilização Saúde na Escola. Neste ano, além dos alunos do ensino fundamental e médio, também participarão da triagem os estudantes das creches e pré-escolas, numa iniciativa integrada ao Brasil Carinhoso. Após as avaliações feitas durante semana, as visitas dos profissionais de saúde permanecem ao longo do ano letivo para acompanhamento.
Saúde na Escola - O Programa Saúde na Escola visa promover atenção integral à saúde de crianças, adolescentes e jovens do ensino público por meio de ações de prevenção, promoção, atenção e formação. As atividades são realizadas de forma articulada entre as equipes de saúde da Atenção Básica e os trabalhadores da educação nos estabelecimentos de ensino. As ações do PSE são realizadas ao longo do ano letivo.
Em 2012, durante todo o ano, 2.495 municípios aderiram ao PSE, contemplando 56.157 escolas e envolvendo 14.439 Equipes de Saúde da Família. Quase 12 milhões de educandos foram beneficiados pelas ações. O investimento total chegou a R$ 120 milhões.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Preventivo pode identificar HPV e evitar câncer de colo de útero


O papiloma vírus humano (HPV) não é apenas um vírus e sim uma família com cerca de 200 tipos. Classificados por ‘alto’ ou ‘baixo’ risco de câncer, a maioria é sexualmente transmissível e pode provocar lesões na pele ou mucosa. Os de alto risco, geralmente, estão relacionados a tumores malignos e são eles que causam 90% dos cânceres de colo de útero. Alguns estudos indicam que 50% a 80% das mulheres sexualmente ativas, no mundo, serão infectadas por um ou mais tipos de HPV, em algum momento da vida.
A transmissão do papiloma acontece por meio do contato direto com a pele infectada. Os HPV genitais são transmitidos em relações sexuais, podendo causar ferimentos na vagina, colo do útero, pênis e ânus. O uso da camisinha é a maneira mais eficaz para reduzir a possibilidade de contágio. Por isso, a utilização do preservativo é recomendada em qualquer tipo de relação, mesmo naquela entre casais estáveis.
A maioria das infecções do HPV é combatida espontaneamente pelo sistema imunológico. Mas nem sempre os anticorpos são capazes de eliminar o vírus. As infecções mais comuns são as verrugas, popularmente conhecidas como “crista de galo” e são tratadas com cauterização. Entretanto, são as infecções que não apresentam sintomas que podem progredir e gerar o câncer do colo do útero.
Diagnóstico – o HPV pode ser diagnosticado por meio de exames ginecológicos. As lesões precursoras do câncer podem ser identificadas através do exame preventivo chamado Papanicolau e o diagnóstico é confirmado através de exames laboratoriais como o teste de captura híbrida e o exame de sangue PCR. Ambos estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS), gratuitamente, em todos os estados do país.
A coordenadora da Área Técnica de Saúde da Mulher do MS, Esther Vilela, garante que medidas estão sendo tomadas para que o diagnóstico seja ainda mais preciso. “O Ministério da Saúde está investindo no controle de qualidade dos laboratórios que realizam os exames de prevenção, pois a qualidade do resultado deles interfere diretamente no laudo. E se esse resultado for positivo para HPV, nós temos uma lesão precursora e temos que tratá-la antes de virar um câncer”, diz Esther.
A doença matou mais de cinco mil mulheres em 2011. A coordenadora explica porque esse número ainda é alto: “As mulheres não precisam morrer de câncer de colo de útero. Nós temos que romper a barreira do preconceito por falta de acesso a informação e ao exame de prevenção. Se as mulheres que tem de 25 a 64 anos fizerem anualmente o exame ginecológico, preventivo, podemos tratar dos casos no inicio e esses números de óbitos vão reduzir”.
Tratamento – Diversos tipos de tratamento são oferecidos pelo SUS, inclusive o tratamento com laser e o procedimento cirúrgico. Entretanto, é o médico que recomenda a conduta mais adequada, após a avaliação de cada caso.
Transmissão do homem para a mulher – O fato de o homem ter tido relação sexual com uma mulher infectada pelo HPV não significa que ele transmitirá a infecção. Entretanto, é recomendado que os homens procurem um urologista para realizar a peniscopia ou o teste de biológico que detecta a presença do DNA do HPV.
Mulheres grávidas – A grávida tem o sistema de defesa mais baixo e pode ser mais receptível a desenvolver o vírus. Mas a ocorrência de HPV durante a gravidez não implica, obrigatoriamente, na má formação do feto e não impede o parto normal ou a cesariana.
Fonte:  Blog da Saúde

sexta-feira, 8 de março de 2013

Câncer: Autoexame de mama pode salvar vidas



Foto: Klaus Tiedge / Corbis
“Eu mesma descobri o meu câncer. Estava tomando banho e ao apalpar o meu seio senti uma coisa estranha que parecia um grãozinho de feijão. Fui à mastologista e ela pediu uma mamografia que acusou o câncer. Quando ela disse que era maligno o chão abriu pra mim. Fiquei muito nervosa, chorei muito, mas com o tempo isso foi passando e aceitei que para eu viver teria que tirar o seio”, conta Diomar da Silva, 65 anos, moradora do Rio de Janeiro.
Assim como aconteceu com Diomar, a maioria dos tumores na mama é detectado pela mulher através do autoexame. Conhecer o que é normal em suas mamas e ficar atenta a eventuais alterações é primordial para evitar um caso grave de câncer. Nesta quinta-feira (7), durante o Encontro com Blogueiras sobre Saúde da Mulher, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, divulgou que em 2011 a doença matou mais de 13 mil mulheres no Brasil. O câncer de mama é causado pela multiplicação anormal das células da mama que formam um tumor maligno, mas se for descoberta no início tem cura.
O primeiro sinal do câncer costuma ser a presença de um caroço acompanhado ou não de dor. Existem outros sintomas que também devem ser observados como a deformidade ou o aumento do seio, vermelhidão, retração da pele, edema e a presença de líquido nos mamilos. Também podem aparecer pequenos caroços na região, embaixo dos braços e nas axilas. Entretanto, nem sempre essas alterações são sinais de câncer de mama. Para não ficar na dúvida a mulher que identificar algum desses casos deve procurar auxílio médico.
Toda mulher deve cuidar da saúde, mas para o controle do câncer de mama as mulheres com 40 anos ou mais devem procurar o posto de saúde, anualmente, para ter suas mamas examinadas por um profissional. Entre 50 e 69 anos, a mulher também deve fazer uma mamografia a cada dois anos, pois o risco de câncer de mama aumenta com a idade.
Em 2004, Diomar confirmou a doença após uma biopsia realizada no Instituto Nacional do Câncer (INCA), vinculado ao Ministério da Saúde. Um mês antes de descobrir o caroço, durante o banho, ela fez uma mamografia que não identificou nenhum tumor. A radiografia das mamas é realizada por um equipamento chamado mamógrafo e feita através de uma compressão das mamas para visualizar pequenas alterações, o que permite descobrir o câncer em fase inicial.
Ciente da importância do resultado gerado pelo mamógrafo, o Ministério da Saúde está com foco na qualidade desses aparelhos, explica a coordenadora da Área Técnica de Saúde da Mulher do MS, Esther Vilela: “O laudo e a qualidade da mamografia interferem muito no diagnóstico certeiro de um câncer de mama. Por isso, o Ministério da Saúde realizou uma força tarefa para rastrear todos os mamógrafos e fazer uma revisão da situação de todos os aparelhos de mamografia do Brasil, para saber onde eles estão e como eles estão”.
Além da mamografia, o Sistema Único de Saúde (SUS) também oferece o rastreamento precoce do câncer de mama através de exames periódicos feito por profissionais em Unidades Básicas de Saúde (UBS) e hospitais. “Toda mulher deve procurar o posto de saúde para fazer o preventivo e seguir as orientações feitas pela equipe. Além do autoexame que a mulher deve realizar mensalmente em casa, quando ela vai ao ginecologista ou a um clínico ela tem que pedir para ele examinar a sua mama, porque o exame feito por um profissional tem uma especificidade diferente. O importante é fazer a prevenção”, explica Esther Vilela.
“Se não fosse o autoexame eu não iria descobrir cedo o que eu tinha e talvez hoje eu não estivesse mais aqui. Mas já se passaram quase nove anos e eu estou muito bem. Até pensei em reconstruir a mama, mas como tenho dificuldade de cicatrização, optei por usar a prótese externa que eu uso dentro do sutiã e ninguém percebe. Só se eu contar para as pessoas que elas vão saber”, comemora a corajosa Diomar. Próteses de seios, internas e externas, também são ofertadas pelo Sistema Único de Saúde.
Tratamento – O tumor de Diomar tinha 13 mm e o médico julgou necessária a retirada da mama. A cirurgia foi realizada no mesmo ano em que ela descobriu a doença. Ela não precisou de tratamento com quimioterapia e radioterapia, mas durante cinco anos tomou medicamentos diariamente. As formas de tratamento variam conforme o tipo e o tamanho do câncer. A quimioterapia é a forma de tratar a doença com medicamentos que matam as células malignas; a radioterapia mata essas células através de radiação; a hormonoterapia é a medicação que bloqueia a ação dos hormônios femininos; e a cirurgia, que pode incluir a remoção do tumor ou a mastectomia que é a retirada completa da mama. O SUS oferece todos os tratamentos.
Genética – A mulher com mãe, irmã ou filha que teve câncer de mama antes dos 50 anos, ou câncer de ovário, deve, a partir dos 35 anos, realizar o exame clínico das mamas e a mamografia uma vez por ano. Uma parte delas tem herança genética e devem avaliar seu risco de desenvolver a doença.
Outras maneiras de prevenção – Não abusar de bebidas alcoólicas, não fumar, alimentar-se bem e praticar atividade que movimente seu corpo podem ajudar na prevenção de várias doenças, inclusive do câncer. A amamentação e o controle do peso corporal também. Se a mulher for se submeter à reposição hormonal é importante que converse com o seu médico antes.






Fonte:  Blog da Saúde

Dia Internacional da Mulher


Mulheres, personalidades honradíssimas
Temos nós, orgulho em tê-las.
Mãe, amada, irmã... amiguíssimas
Impossível não percebê-las.
Desde as meigas, às extremistas,
Não há quem possa vencê-las.

Como mãe, semeia esperança
Como irmã, espalha fervor
Se esposa, há perseverança
Se sofrida, nos causa dor
Se trabalhadora, emite confiança,
Mas em tudo, cultiva amor.

Mulher, símbolo da vida,
Imagem da perfeição.
Tantas vezes abatida
Por causa da traição
De alguém que, "enlouquecida"
Entregou seu coração.

Com palavras vim demonstrar,
Da humanidade a gratidão,
Tu mereces compartilhar
De toda realização,
Pois está sempre a participar
Do que enaltece uma nação.
Independente do nome
Que você recebeu,
É a maior demonstração
De beleza, garra, amor.... fé.
Por tudo isso você conquistou
O Dia Internacional da Mulher.