segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

SUS oferece qualificação técnica gratuita


Sistema Único de Saúde (SUS) oferece formação e qualificação técnica de nível médio gratuitamente aos trabalhadores da área de saúde. Os cursos são disponibilizados por uma rede de 36 escolas públicas espalhadas pelo país. A Rede de Escolas Técnicas do SUS (RET-SUS) oferta habilitação técnica (formação de auxiliares e técnicos), formação inicial e continuada, qualificações e especializações. A RET-SUS é uma iniciativa do Ministério da Saúde, em parceria com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).
secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da SaúdeMozart Sales, enfatiza a importância da formação e qualificação dos trabalhadores de nível médio para o SUS. “O funcionamento de um sistema de saúde não se resume à atuação do médico e de outros profissionais de nível superior. Os trabalhadores de nível médio também têm um papel de grande importância. Ao lado de todo médico, enfermeiro, dentista, nutricionista, existem vários técnicos e auxiliares realizando atividades vitais para o bom funcionamento do serviço”, esclarece.
As instituições que compõem a RET-SUS estão presentes em todas as unidades federadas, sendo 33 delas estaduais, duas municipais e uma federal. As escolas oferecem cursos em áreas como Enfermagem, Farmácia, Radiologia, Nutrição e Dietética, Vigilância em Saúde, Saúde Bucal, Hemoterapia, Citopatologia, entre outras.
O público-alvo de cada curso é definido pela instituição que o disponibiliza – alguns são abertos ao grande público, e podem ser realizados por qualquer pessoa com interesse em trabalhar na área de saúde. Outros são destinados a trabalhadores que já atuam em serviços de saúde do SUS e querem aprimorar seus conhecimentos e habilidades. Os profissionais interessados precisam entrar em contato diretamente com as escolas para verificar a disponibilidade de cursos, turmas e vagas.
Incentivo – O Ministério da Saúde financia diversos cursos oferecidos pelas escolas da RET-SUS, por meio do Programa de Formação de Profissionais de Nível Médio para a Saúde (Profaps). O objetivo é ampliar e qualificar a força de trabalho do SUS, contribuindo para a melhora da Atenção Básica e da Atenção Especializada na rede pública de saúde.
De 2009 a 2011, foram financiadas pelo programa cerca de 53 mil vagas em cursos e qualificações técnicas em todas as unidades da federação, com foco em áreas prioritárias para o SUS.
Fonte: Blog da Saúde

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Receitas médicas do setor privado também são aceitas no Farmácia Popular


O programa Farmácia Popular garante medicamento gratuito ou com desconto para todo cidadão brasileiro. Basta apresentar o documento de identidade, CPF e receita médica com validade indicada para cada tipo de medicamento. A receita pode ser emitida tanto por um profissional do Sistema Único de Saúde (SUS), tanto por um por médico que atende em hospitais ou clínicas privadas. De acordo com levantamento feito em agosto, 53% das receitas apresentadas para a retirada de medicamentos nas farmácias vêm do serviço de saúde privado e 47% do público. Em 2012, 13,8 milhões de pessoas foram beneficiadas pelo programa. Desse total, 80% dos pacientes tiveram acesso gratuito aos medicamentos para hipertensão, diabetes e asma.
Pela Portaria 2928/2011, que regulamenta a dispensação de medicamentos no SUS, documentos do serviço privado também são aceitos. Desde então, todo tipo de prescrição é aceita no Programa Farmácia Popular, permitindo maior interação entre os serviços de saúde. No entanto, é muito importante que o médico prescreva o medicamento pelo princípio ativo e não pelo nome comercial. Pois os estabelecimentos não são obrigados a disponibilizar todas as marcas de um medicamento.
Desde 2011, com a criação da ação Saúde Não Tem Preço, a população tem acesso a 11 medicamentos gratuitos para hipertensão e diabetes. A partir de junho de 2012, mais três medicamentos para asma passaram a ser ofertados de graça. Em sete meses, a iniciativa já beneficiou 401 mil brasileiros.
Medicamentos para colesterol, glaucoma, rinite, osteoporose, doença de Parkinson, dislipidemia, anticoncepção e fraldas geriátricas também são vendidos com até 90% de desconto nas farmácias populares e unidades credenciadas ao programa em todo o país, identificadas com o cartaz “Aqui tem Farmácia Popular”. São 113 itens nas farmácias próprias e 25 itens nas drogarias conveniadas.
Aumento - No último ano, o programa registrou um crescimento de 34% com relação a 2011, quando 10,3 milhões de pessoas foram beneficiadas. O número de farmácias credenciadas também aumentou de 20 mil para 25 mil unidades. Atualmente, o programa está presente em 3.730 municípios brasileiros, dos quais 1.278 são considerados de extrema pobreza.

Ministério realiza encontro com secretários municipais de saúde


Ministério da Saúde receberá entre esta quinta (31/01) e sexta-feira (1º/02) as secretárias e os secretários municipais de saúde. Realizado logo em seguida ao Encontro Nacional de Novos Prefeitos e Prefeitas, o evento tem o objetivo de acolher os novos gestores e ajudá-los a conduzir a administração de sua cidade, com programas e ações desenvolvidas pelo Ministério da Saúde. O ministro Alexandre Padilha fará a abertura nesta quinta-feira (31), às 20 horas, no Centro de Eventos Brasil 21.
Durante o evento serão apresentadas as principais políticas e linhas de financiamento do ministério para os municípios brasileiros. Haverá 40 mesas de atendimento aos gestores municipais, além de 14 oficinas onde serão apresentados e debatidos temas como Construção e Reforma de Unidade Básica de Saúde, Cartão SUS, PROVAB, Rede Cegonha, UPA, dentre outros.
São esperados cerca de 2 mil secretários de saúde. Os interessados ainda podem se inscrever durante o encontro. O Acolhimento aos Secretários e Secretárias é realizado em parceria Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass) e do Conselho Nacional dos Secretários Municipais de Saúde (Conasems).
Acolhimento aos Secretários e Secretárias Municipais de Saúde 
Local: Centro de Eventos e Convenções Brasil 21
SHS Quadra 06, Complexo Brasil 21 – Brasília – DF
31 de janeiro
  • 20h – Abertura: Conferência com ministro da Saúde, Alexandre Padilha: Os avanços e desafios do SUS no Brasil
1º de fevereiro
  • 8h30 – Apresentação e debate: Melhoria da qualidade e acesso na atenção básica
  • 10h30 – Apresentação e debate: Regionalização e contrato organizativo de ação pública
  • 12h30 – Intervalo
  • 14h30 – Apresentação e debate: Redes de atenção à Saúde no Brasil

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Projeto Olhar Brasil prevê assistência oftalmológica para criança em idade escolar


Foto: Corbis Images
Problemas de visão podem dificultar o aprendizado e o desenvolvimento das crianças. Por isso, o projeto Olhar Brasil do Ministério da Saúde atua na identificação e na correção de problemas de visão de crianças da rede pública de ensino, vinculadas aoPrograma Saúde na Escola. Entre as ações, oMinistério da Saúde oferece tratamento oftalmológico integral, além de ampliar por meio de cadastro nacional a quantidade de estabelecimentos disponíveis para atendimento no país.
Em Ribeirão Preto, cidade do interior do estado de São Paulo, o projeto vem ajudando diversas crianças. Roberto, de apenas sete anos, reclamava de dores de cabeça e dificuldade de enxergar. Com a ajuda do projeto, a agricultora Daniela Schnals, mãe de Roberto, consultou o menino que hoje usa óculos e não sente mais dificuldades para enxergar. “Em menos de dez dias eu consultei ele e já peguei o óculos. Foi bem rápido. Ele está muito melhor. O desenvolvimento na escola já melhorou muito, então foi muito bom.”
O coordenador de Média e Alta Complexidade do Ministério da Saúde, José Eduardo Fogolin, fala da importância desse projeto para as crianças em todo o país. “Você consegue atingir em idade escolar a criança, identifica em sala de aula, já oferta a consulta, e oferta óculos corretivo para que essa criança possa voltar ao seu dia a dia normal, a enxergar adequadamente, a aprender adequadamente e ter um desenvolvimento social e educacional adequado com a formação dela.”
José Eduardo Fogolin detalha como os prefeitos e secretários dos municípios devem proceder para aderir ao Projeto Olhar Brasil. “Ele tem que ter o público-alvo, ele tem que estar aderido ou ao Programa Saúde na Escola, ou ao Programa Brasil Alfabetizado. Se ele já tem a adesão pela Atenção Básica por esses programas, ele encaminha para o Ministério da Saúde essa adesão e quais são os serviços que vão realizar o atendimento oftalmológico. Bastando isso, ele recebe o recurso para fazer o Projeto Olhar Brasil.”
O Projeto Olhar Brasil foi criado em 2007 em uma parceria entre os Ministérios da Saúde e da Educação.
Fonte: Blog da Saúde

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Encontro Nacional de Prefeitos e Prefeitas debate a saúde da mulher


Foto: Blog da Saúde
A saúde da mulher foi tema de debate durante o segundo dia doEncontro Nacional com Novos Prefeitos e Prefeitas, no Centro de Convenções, em Brasília. A oficina ministrada por Esther Vilela, coordenadora da Área Técnica de Saúde da Mulher do Ministério da Saúde, abordou temas relevantes da saúde da população feminina que vão desde a Atenção Básica até a especializada. A coordenadora ressaltou que ter uma presidenta que coloca a saúde da mulher como prioridade no governo é muito importante neste momento para essa parcela da sociedade.
“Esse encontro é primordial para a concretização do Sistema Único de Saúde (SUS) e da saúde no Brasil. O SUS se concretiza lá na ponta nos municípios. Acolher os secretários, os prefeitos, suas equipes é fundamental para que a gente possa fazer uma parceria real. A saúde não funciona se não for através da execução das ações lá na ponta com os usuários e isso é feito através dos municípios prioritariamente. Estar nessa interlocução, mais próxima com os secretários e com os prefeitos, é fundamental para que possamos seguir juntos”, afirmou a coordenadora sobre a participação do Ministério da Saúde no Encontro.
Dentre as conquistas já adquiridas, Esther destacou, durante a explanação aos prefeitos e secretários, a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher (PNAISM), que promove a melhoria das condições de vida e saúde das mulheres por meio da garantia de direitos e ampliação do acesso aos meios e serviços de promoção, prevenção, assistência e recuperação da saúde. Ela lembrou que a política veio qualificar a gestão do SUS e consolidou os avanços do Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher (PAISM), de 1984, redefinindo a agenda relativa à saúde da mulher e ampliando o leque de ações.
A coordenadora destacou a importância dos gestores compreenderem as necessidades desse público para colocarem as ações em prática de maneira adequada. “É fundamental que eles entendam primeiro essa especificidade da mulher e os eixos prioritários da politica de atenção integral da saúde da mulher. A questão das violências contra a mulher. A questão da atenção obstétrica com a Rede Cegonha, como eles vão fazer para poder acionar os recursos, as ofertas e qualificar seus serviços, eles estão muito interessados nisso. Questão da saúde sexual e reprodutiva, do planejamento reprodutivo. E também dar atenção a segmentos específicos das populações de mulheres lésbicas, privadas de liberdade, ribeirinhas. Os cânceres, como o de colo de útero, agora com a rede de fortalecimento de prevenção do câncer também, entre outras.”, afirmou.
Rede Cegonha – O Ministério da Saúde lançou, em 2011, a Rede Cegonha, composta por um conjunto de medidas que garantem às brasileiras, pelo SUS, um atendimento adequado, seguro e humanizado desde a confirmação da gravidez até os dois primeiros anos de vida do bebê. Durante a palestra, a coordenadora lembrou que esse programa é uma marca do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e falou sobre as ofertas da rede para os municípios. Dentre elas estão a ampliação dos exames de pré-natal, incluindo teste rápido de gravidez; a distribuição de kits gestantes com bolsa e trocador; a distribuição de kits para as UBS com sonar e balança; a capacitação das equipes de Atenção Básica para realização dos testes rápidos de HIV e sífilis; e a distribuição do caderno de atenção básica pré-natal.
Fonte:  Blog da Saúde

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Presidenta Dilma anuncia investimentos para qualificar saúde dos municípios



Abertura do Encontro Nacional com os novos Prefeitos e Prefeitas. | Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
“Queremos que vocês se apropriem de todas as informações que o governo federal pode colaborar para seu município”, destacou a presidenta Dilma Rousseff durante a abertura do Encontro Nacional de Prefeitos e Prefeitas, que começou nesta segunda-feira (28), no Centro de Convenções, em Brasília.
Durante o discurso, a presidenta destacou várias ações e programas do governo federal para que os estados e municípios possam resolver os problemas de cada localidade. Ao tratar da área da saúde, Dilma Rousseff ressaltou a abertura de seleção para financiar a ampliação de 5.629 Unidades Básicas de Saúde (UBS) e para a construção de mais 1.253 novas unidades. “Além disso, nós vamos investir R$ 1,2 bilhão para melhorar os equipamentos destes postos de saúde, porque isso permitirá um melhor atendimento para a população e diminuirá, também, a pressão sobre os hospitais”, explicou a presidenta. Outro ponto abordado em seu discurso foi o repasse de R$ 12 bilhões para investimentos em saneamento, principalmente em municípios com menos de 50 mil habitantes.
A presidenta mobilizou os prefeitos presentes na cerimônia a assumirem o compromisso de oferecer atendimento digno à saúde de todos os brasileiros e brasileiras. Para isso, solicitou que os estados invistam em equipamentos, postos de saúde, Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e hospitais. Ela ressaltou ter conhecimento da ausência de médicos e outros profissionais de saúde, mas enfatizou que as providências para resolver este problema já estão sendo tomadas. “Eu quero assegurar aos senhores que o meu governo não vai se furtar a dialogar com os senhores. É um diálogo complexo, que é a fixação de médicos no interior do nosso país e nas periferias das grandes cidades”, assegurou a presidenta.
A presidenta Dilma Rousseff finalizou afirmando aos presentes que 2013 será um ano bom para o Brasil e para todos os brasileiros. “Articulação e sintonia fina entre estados, municípios e governo federal é fundamental para alcançar as conquistas”, enfatizou a presidenta.
Ao todo, o governo federal vai investir R$ 66,8 em programas e ações para todos os municípios brasileiros.
Ausência - Durante seu pronunciamento, a presidenta Dilma justificou a ausência do ministro da Saúde,Alexandre Padilha, do evento. “Eu queria fazer um parêntese para explicar aos senhores que o ministro Padilha não está aqui hoje porque ele está em Santa Maria, e lá ficará até que fique clara qual a situação dos nossos brasileiros e brasileiras feridos neste processo”, se referindo à tragédia ocorrida na madrugada deste domingo (27) na Boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Brasil vai construir quatro novas unidades para a coleta de sangue de cordão umbilical



Foto: Divulgação
O Brasil vai contar com mais quatro novos bancos públicos de sangue de cordão umbilical até 2016. O sangue do cordão umbilical contém células-tronco, o que aumenta as chances de pacientes encontrarem um doador compatível para o transplante de medula no país. Somente 30% desses pacientes encontram o doador na família. Setenta por cento depende dos bancos públicos. Atualmente, mais de mil brasileiros estão à procura de um doador compatível.
Segundo o diretor do centro de transplantes do Instituto Nacional de Câncer José Gomes Alencar (Inca), ligado ao Ministério da Saúde, Luis Fernando Bouzas, o sangue de cordão umbilical pode curar até 80 doenças. “O sangue do cordão umbilical tem células-tronco com características diferentes que vão atender essas pessoas que não tem o doador na sua família. São pacientes com leucemia, doenças genéticas graves que atingem a medula óssea, o sistema imunológico com linfomas e alguns tipos de tumores, ou seja, cerca de 80 doenças diferentes pelo menos se beneficiam do transplante de medula óssea”.
Luis Fernando Bouzas lembra que antes da doação do sangue de cordão umbilical a mãe do bebê passa por uma série de exames. “As gestantes têm que ser acompanhadas no pré-natal, com exames para que não haja infecção e doenças que possam ser transmitidas pelo sangue. Se a gestante concordar com a doação do material para um banco público, ela vai assinar um termo de consentimento”.
Atualmente, no Brasil, 12 bancos públicos que armazenam o sangue do cordão umbilical estão em funcionamento. Já são mais de dez mil unidades armazenadas em todo o País. Do total, cerca de 150 já foram utilizados em transplantes desde 2001. A construção e a manutenção das unidades faz parte da parceria do Ministério da Saúde com o BNDES, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico. Para a construção, serão investidos R$ 23 milhões.

Como se tornar um doador de Medula Óssea – Para se cadastrar, basta que o candidato tenha entre 18 e 55 anos e apresente boa saúde. O cadastro pode ser feito em um dos hemocentros dos estados. Na ocasião, será feita a coleta de uma amostra de sangue de 5 ml para testes que determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente.
Os dados são inseridos no cadastro do Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea (Redome) e, sempre que surgir um novo paciente, a compatibilidade será verificada. Uma vez confirmada, o doador será consultado para decidir quanto à doação. É recomendado, no entanto, que o candidato à doação esteja ciente do que se trata ao fazer o cadastro para evitar desistências ao ser convocado.
Existem três tipos de doação de medula: o de coleta de medula direto do osso da bacia, transplante de sangue periférico e o de utilização de cordão umbilical. A equipe médica é que define qual o melhor jeito de realizar a doação. O método mais comum é o de coleta da medula direto do osso. Nesse procedimento fica garantida a quantidade suficiente de medula para realização do transplante. Ele é feito em centro cirúrgico, sob anestesia peridural ou geral, e requer internação por um mínimo de 24 horas. Normalmente, os doadores retornam às suas atividades habituais depois da primeira semana.
Em alguns casos o transplante de medula óssea é a única esperança de cura para muitos portadores de doenças do sangue.